Como funciona

O processo do Polic segue quatro movimentos. Nenhum deles resulta numa instrução direta sobre o que fazer: o objetivo é organizar a situação e as perspectivas disponíveis para que a decisão final continue sendo sua.

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    Você descreve, com suas próprias palavras

    O primeiro passo não usa formulário de múltipla escolha nem campo obrigatório disfarçado de pergunta. Você escreve o que está acontecendo com as próprias palavras, do mesmo jeito que descreveria a situação para alguém que já conhece o contexto. Essa descrição livre é o material que o Polic usa nas etapas seguintes, sem exigir que você traduza a situação para caber numa categoria pronta.

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    O Polic pergunta o que você não disse

    Toda descrição inicial deixa algo de fora. Às vezes porque a pessoa já decidiu que aquilo não é relevante, às vezes porque prefere não examinar de perto. Na segunda etapa, o Polic faz perguntas direcionadas para abrir exatamente essa parte da situação, em vez de apenas confirmar o que já foi dito.

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    As vozes deliberam e discordam entre si

    Nesta etapa, diferentes perspectivas de inteligência artificial analisam a situação a partir de ângulos distintos. Elas não são ajustadas para convergir numa resposta única e confortável. O desacordo entre essas perspectivas indica onde a decisão realmente pesa, e é possível ajustar quantas perspectivas participam da análise.

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    Você decide e volta para dizer o que aconteceu

    A etapa final é o que diferencia o Polic de um assistente de decisão comum: o fechamento do ciclo. Você registra o que decidiu testar, recebe um lembrete no prazo que você mesmo definiu e relata o resultado depois. Informar que a ação não foi feita tem o mesmo valor, para o acompanhamento, que informar que foi. A métrica não é quantas vezes o produto foi usado, é se a conversa com o Conselho gerou alguma mudança concreta.